14 Abril, 2006
Toc... toc... como está escuro aqui...
A única fonte de luz deste lugar
É o brilho destas estrelas.
Que nasceram descontroladas
Do coração do meu amor.
Estrelas em forma de letras.
Amor em forma de dor.
Te amo!
A única fonte de luz deste lugar
É o brilho destas estrelas.
Que nasceram descontroladas
Do coração do meu amor.
Estrelas em forma de letras.
Amor em forma de dor.
Te amo!
10 Abril, 2006
Até que o padre diga amém...
enquanto nao definir data, vou mudar mil vezes de dia, sonhar duas mil vezes com a igreja, as luzes e a decoração.
Até escolher o salão ou restaurante eu vou pesquisar uns 500 locais, mudar o estilo da cerimonia umas 200 vezes e até pensar em desistir de tudo relacionado a festa e ficar só no bolo e guaraná.
Enquanto o vestido nao ficar pronto de vez, vou imaginar e desimaginar rendas. Colocar e tirar flores, pensar em brilhos e cetins.
Enquanto nao resolver a lista de convidados, ela vai só crescer, o numero de convidados a cada dia aumentar e o modelo do convite cada vez mais dificil de escolher.
Saber se vai ter mesa de doce, ou não. Se vai ser um cafe da manhã ou almoço, se a lembrancinha será bem casado ou jarrinhos de flor, se coloco véu ou não, se sapato ou sandália, se pajem e daminha, se daminha sem pajem, se violinista ou nada... E essa conversa não vai acabar enquanto o padre não falar: Podem se beijar.
Mas o pior de tudo é pensar: Será que o digníssimo noivo vai aguentar minha chatisse com esse assunto até que o padre diga amém?
enquanto nao definir data, vou mudar mil vezes de dia, sonhar duas mil vezes com a igreja, as luzes e a decoração.
Até escolher o salão ou restaurante eu vou pesquisar uns 500 locais, mudar o estilo da cerimonia umas 200 vezes e até pensar em desistir de tudo relacionado a festa e ficar só no bolo e guaraná.
Enquanto o vestido nao ficar pronto de vez, vou imaginar e desimaginar rendas. Colocar e tirar flores, pensar em brilhos e cetins.
Enquanto nao resolver a lista de convidados, ela vai só crescer, o numero de convidados a cada dia aumentar e o modelo do convite cada vez mais dificil de escolher.
Saber se vai ter mesa de doce, ou não. Se vai ser um cafe da manhã ou almoço, se a lembrancinha será bem casado ou jarrinhos de flor, se coloco véu ou não, se sapato ou sandália, se pajem e daminha, se daminha sem pajem, se violinista ou nada... E essa conversa não vai acabar enquanto o padre não falar: Podem se beijar.
Mas o pior de tudo é pensar: Será que o digníssimo noivo vai aguentar minha chatisse com esse assunto até que o padre diga amém?
08 Abril, 2006
Eu tenho uma check-list, o modelo de um vestido e um milhão de coisas para organizar. E eu achando que seria fácil...
02 Abril, 2006
Depois de miuto tempo sumida, acho que ninguem mais anda por aqui. Tanto melhor, não preciso me preocupar em agradar, ser engraçada e feliz. Estou de TPM, chorona e mal-humorada. Ao menos aqui posso reclamar sem ninguem se chatear.
Menos mal...
Menos mal...
20 Outubro, 2005
O noivo pediu pra eu voltar a escrever no Mentha. Mas eu chego aqui e nem sempre me dá vontade de escrever. Na verdade, raramente eu tenho vontade de escever. O pior é que não gosto da maioria das coisas que escrevi anteriormente.
Ele tem saudades da namorada de antes. Mas eu não sinto falta de como eu era antes. Leio e o que vejo é uma menina chatinha falando sobre seus amores, festas, muitas festas,e filosofias bestas. Tavez, para muitos, eu tenha me tornando um velha senhora ranzinza que não gosta muito de festas e agora só sai para comer. Talvez seja verdade. Mas prefiro assim.
A namorada antiga nao vai voltar, a menina de antes nao vai chegar e o que me irrita nesse blog é o fato dele ser um vínculo tao forte entre eu e aquela outra lá. Além do mais, esse visual nao me agrada há tempos. A única coisa que me agrada são algumas lembranças.
Repuno tudo o que era artificial, que fica tão distante de mim. Sim, renego grande parte desse passado aí. Acho que chegou o momento de deletar essa daqui e começar uma outro novinho. Perto, ou quem sabe longe, bem longe, daqui...
Ele tem saudades da namorada de antes. Mas eu não sinto falta de como eu era antes. Leio e o que vejo é uma menina chatinha falando sobre seus amores, festas, muitas festas,e filosofias bestas. Tavez, para muitos, eu tenha me tornando um velha senhora ranzinza que não gosta muito de festas e agora só sai para comer. Talvez seja verdade. Mas prefiro assim.
A namorada antiga nao vai voltar, a menina de antes nao vai chegar e o que me irrita nesse blog é o fato dele ser um vínculo tao forte entre eu e aquela outra lá. Além do mais, esse visual nao me agrada há tempos. A única coisa que me agrada são algumas lembranças.
Repuno tudo o que era artificial, que fica tão distante de mim. Sim, renego grande parte desse passado aí. Acho que chegou o momento de deletar essa daqui e começar uma outro novinho. Perto, ou quem sabe longe, bem longe, daqui...
18 Setembro, 2005
A vida de um trabalhador
Escutei que nao levo jeito para isso e q faço o trabalho nas coxas. "Jornalismo é paixão, não é stress", grande lição dada por uma grande jornalista. Entao, acho q nao sirvo para isso. Oh serviço que me estressa. Nasci para ser dondoca, Senhor! Pq ainda nao me fez uma?!
Escutei que nao levo jeito para isso e q faço o trabalho nas coxas. "Jornalismo é paixão, não é stress", grande lição dada por uma grande jornalista. Entao, acho q nao sirvo para isso. Oh serviço que me estressa. Nasci para ser dondoca, Senhor! Pq ainda nao me fez uma?!